Antes mesmo de pensar em visitar Finistère, eu já havia escrito em algum lugar: "o fim da terra é água".
Plouhinec me mostrou um reflexo no mar que fez a alma viajar direto para o Brasil. Uns dias depois, meu corpo também foi.
No fim da terra: Ostras. Barcos abandonados poluindo aos poucos. Culturas da água, essa mistura profunda de gente privilegiada e de gente desencaixada. Autonomia ou fuga?
Cheguei ao fim da terra depois de passar pela Sena e pela Rance, e antes de retornar à Loire para em seguida voar à Baía da Guanabara.